"Cannabis Sativa" é a planta da qual se extrai a maconha, também conhecida como marijuana ('Mary Jane'), fumo, erva, um, natural, baseado, hemp.
Existem também outras variações da droga, mais fortes: o rash, haxixe ou skunk.
A maconha altera o temperamento, contendo o princípio o ativo "delta-9-tetrahidrocannabinol" ou simplesmente THC.
Geralmente a maconha vem em forma de um bloco esverdeado ou parecendo ervas secas.
Quem usa fala que vai "apertar", "fazer a cabeça", "fumar umzinho", "dar uma bola", "dar um tapa".
Quando se tornou ilegal?
Antigamente, há mais ou menos dois mil anos atrás, a substância foi usada para fins medicinais.
Por exemplo, na Índia, era parte da receita da medicina ayurvédica e na China, era utilizada para a prisão de ventre, cólicas menstruais e falta de apetite. Buda, da tradição Mahayana, conseguiu atingir o conhecido Nirvana, graças a uma dieta de uma semente de maconha por dia.
Em 1830, uma lei no Brasil proibiu o uso e a venda da droga no Rio de Janeiro.
Usando maconha
Normalmente a maconha é fumada em cigarros feitos à mão, em um papel chamado seda. Algumas pessoas usam cachimbo ou misturam na comida, em bolos e outras receitas, como bebidas quentes. O efeito começa depois de cinco minutos que você fuma e pode durar até seis horas.
Altos e baixos
Em algum tempo em que se fuma a maconha, uma sensação de calma pode o fazer sentir relaxado. Então a pessoa pode se sentir sociável, falante, risonha. Talvez tenha percepções diferentes em relação à música, à cor, ao toque.
A substância afeta o hipocampo, responsável por levar as informações que chegam até o cérebro, o resultado é concentração e reflexos prejudicados. Os olhos podem ficar vermelhos, pois a droga dilata os vasos sanguíneos, além de causar fome, a chamada "larica, isso porque o THC interfere na parte do cérebro que regula a fome. É possível sentir sono e dispersão, isso acontece quando se está "viajando".
A substância tira a percepção de tempo e espaço, deixando a pessoa abobada, com perda de memória recente e dificuldade de coordenação, deixando os reflexos mais lentos. Por isso, dirigir torna-se ainda mais perigoso.
Sexo com maconha
Dependendo da quantidade de uso, o efeito tranquilizante da substância é maior, suas inibições diminuem, podendo fazer com que você sinta orgasmos com menos intensidade.
Pode haver também problemas com ereção e os efeitos são os mesmos se você misturar a droga com tabaco.
Um relacionamento de longo prazo?
Você pode ficar dependente de maconha. Ela pode deixar algumas pessoas com memória fraca e menos capaz de se concentrar ou permanecer motivado (a clássica 'mente dopada').
Pesquisas estão sendo feitas para estudar a relação entre maconha e doença mental. A droga parece capaz de disparar isto (incluindo esquizofrenia) em um pequeno número de pessoas, especialmente aqueles que já têm depressão ou ansiedade ou que são vulneráveis a problemas de saúde mental, mas não tem como saber se somos ou não vulneráveis.
Maconha com outras drogas
Tabaco – fumar maconha com cigarro gera um alto risco de viciar em nicotina e de contrair doenças relacionadas com o tabagismo (câncer, doença do coração e problemas respiratórios). Pessoas fumando tanto o cigarro comum quanto a maconha respiram altos níveis de fumaça causadora de câncer.
É bom saber
A fumaça da maconha tem mais substâncias prejudiciais à saúde do que a do cigarro. Por tragarem mais fundo e por mais tempo, os riscos aos usuários podem ser ainda maiores.
Ao comer alimentos misturados com maconha, esse risco da fumaça diminui, mas é mais difícil controlar a quantidade e os efeitos podem ser mais fortes.
O uso com cachimbos também é prejudicial, pois você respira ainda mais fumaça.
Ação e Prevenção
ESTE BLOG É UMA FERRAMENTA DESTINADA A TODOS QUE DESEJEM CONHECER MAIS SOBRE MÉTODOS E TRABALHOS DE AÇÃO E PREVENÇÃO AO USO DE ALCOOL E DROGAS.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Saúde Pública! "Um direito de todos?"
Noite do dia 22 de fevereiro de 2012, Quarta- Feira de Cinzas, dia em que nos convidados a parar para refletir e traçar objetivos para nossa caminhada neste período quaresmal, a igreja este ano vai tratar na campanha da fraternidade sobre um dos mais debatidos temas da atualidade: "a saúde pública", vista de um modo geral não supre as expectativas da população nos nais simples das necessidades.
Recentes notícias trazem a tona o grande aumento no consumo de álcool e drogas de todos os tipos, em nosso
país e paralelamente o governo anuncia uma grande campanha para o combate ao tráfico, segundo pesquisas chegaram que a solução do problema: esta no fechamento das barreiras de fronteira, onde passa o grande volume de drogas, mais uma vez entramos no retrocesso de acreditar que a solução do problema esta na grande massa e não no pequeno usuário que começa desde com as drogas muitas vezes ainda na infância.
O tema da C.F deste ano não visa somente comentar se a saúde pública esta ou não funcionando e nem mesmo mobilizar apenas o governo para que possa tomar atitudes concretas, mas também quer adentrar aos lares cristãos para incentivar a partilha familiar de como cada cidadão pode ajudar para reverter esta situação, é a atitude concreta que podemos obter de todo o trabalho que sera realizado neste período.
A prevenção é uma ação que começa em casa!
Recentes notícias trazem a tona o grande aumento no consumo de álcool e drogas de todos os tipos, em nosso
país e paralelamente o governo anuncia uma grande campanha para o combate ao tráfico, segundo pesquisas chegaram que a solução do problema: esta no fechamento das barreiras de fronteira, onde passa o grande volume de drogas, mais uma vez entramos no retrocesso de acreditar que a solução do problema esta na grande massa e não no pequeno usuário que começa desde com as drogas muitas vezes ainda na infância.
O tema da C.F deste ano não visa somente comentar se a saúde pública esta ou não funcionando e nem mesmo mobilizar apenas o governo para que possa tomar atitudes concretas, mas também quer adentrar aos lares cristãos para incentivar a partilha familiar de como cada cidadão pode ajudar para reverter esta situação, é a atitude concreta que podemos obter de todo o trabalho que sera realizado neste período.
A prevenção é uma ação que começa em casa!
Mensagem do Papa para a Campanha da Fraternidade 2012
Mensagem
Mensagem do Papa Bento XVI em ocasião da abertura da
Campanha da Fraternidade 2012
Ao Venerado Irmão
CARDEAL RAYMUNDO DAMASCENO ASSIS
Arcebispo de Aparecida (SP) e Presidente da CNBB
Fraternas saudações em Cristo Senhor!
De bom grado me associo à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil que lança uma nova Campanha da Fraternidade, sob o lema "que a saúde se difunda sobre a terra" (cf. Eclo 38,8), com o objetivo de suscitar, a partir de uma reflexão sobre a realidade da saúde no Brasil, um maior espírito fraterno e comunitário na atenção dos enfermos e levar a sociedade a garantir a mais pessoas o direito de ter acesso aos meios necessários para uma vida saudável. Para os cristãos, de modo particular, o lema bíblico é uma lembrança de que a saúde vai muito além de um simples bem estar corporal. No episódio da cura de um paralítico (cf. Mt 9, 2-8), Jesus, antes de fazer com que esse voltasse a andar, perdoa-lhe os pecados, ensinando que a cura perfeita é o perdão dos pecados, e a saúde por excelência é a da alma, pois «que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, mas perder a sua alma?» (Mt 16,26). Com efeito, as palavras saúde e salvação têm origem no mesmo termo latino salus e não por outra razão, nos Evangelhos, vemos a ação do Salvador da humanidade associada a diversas curas: «Jesus andava por toda a Galiléia, ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino e curando todo o tipo de doença e enfermidades do povo» (Mt 4,23).
Com o seu exemplo diante dos olhos, segundo o verdadeiro espírito quaresmal, possa esta Campanha inspirar no coração dos fiéis e das pessoas de boa vontade uma solidariedade cada vez mais profunda para com os enfermos, tantas vezes sofrendo mais pela solidão e abandono do que pela doença, lembrando que o próprio Jesus quis Se identificar com eles: «pois Eu estava doente e cuidastes de Mim» (Mt 25,36). Ajudando-lhes ao mesmo tempo a descobrir que se, por um lado, a doença é prova dolorosa, por outro, pode ser, na união com Cristo crucificado e ressuscitado, uma participação no mistério do sofrimento d’Ele para a salvação do mundo. Pois, «oferecendo o nosso sofrimento a Deus por meio de Cristo, nós podemos colaborar na vitória do bem sobre o mal, porque Deus torna fecunda a nossa oferta, o nosso ato de amor» (Bento XVI, Discurso aos enfermos de Turim, 2/V/2010).
Associando-me, pois, a esta iniciativa da CNBB e fazendo minhas as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias de cada um, saúdo fraternalmente quantos tomam parte, física ou espiritualmente, na Campanha «Fraternidade e Saúde Pública», invocando – pela intercessão de Nossa Senhora Aparecida – para todos, mas de modo especial para os doentes, o conforto e a fortaleza de Deus no cumprimento do dever de estado, individual, familiar e social, fonte de saúde e progresso do Brasil, tornando-se fértil na santidade, próspero na economia, justo na participação das riquezas, alegre no serviço público, equânime no poder e fraterno no desenvolvimento. E, para confirmar-lhes nestes bons propósitos, envio uma propiciadora Bênção Apostólica.
Vaticano, 11 de fevereiro de 2012
Mensagem do Papa Bento XVI em ocasião da abertura da
Campanha da Fraternidade 2012
Ao Venerado Irmão
CARDEAL RAYMUNDO DAMASCENO ASSIS
Arcebispo de Aparecida (SP) e Presidente da CNBB
Fraternas saudações em Cristo Senhor!
De bom grado me associo à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil que lança uma nova Campanha da Fraternidade, sob o lema "que a saúde se difunda sobre a terra" (cf. Eclo 38,8), com o objetivo de suscitar, a partir de uma reflexão sobre a realidade da saúde no Brasil, um maior espírito fraterno e comunitário na atenção dos enfermos e levar a sociedade a garantir a mais pessoas o direito de ter acesso aos meios necessários para uma vida saudável. Para os cristãos, de modo particular, o lema bíblico é uma lembrança de que a saúde vai muito além de um simples bem estar corporal. No episódio da cura de um paralítico (cf. Mt 9, 2-8), Jesus, antes de fazer com que esse voltasse a andar, perdoa-lhe os pecados, ensinando que a cura perfeita é o perdão dos pecados, e a saúde por excelência é a da alma, pois «que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, mas perder a sua alma?» (Mt 16,26). Com efeito, as palavras saúde e salvação têm origem no mesmo termo latino salus e não por outra razão, nos Evangelhos, vemos a ação do Salvador da humanidade associada a diversas curas: «Jesus andava por toda a Galiléia, ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino e curando todo o tipo de doença e enfermidades do povo» (Mt 4,23).
Com o seu exemplo diante dos olhos, segundo o verdadeiro espírito quaresmal, possa esta Campanha inspirar no coração dos fiéis e das pessoas de boa vontade uma solidariedade cada vez mais profunda para com os enfermos, tantas vezes sofrendo mais pela solidão e abandono do que pela doença, lembrando que o próprio Jesus quis Se identificar com eles: «pois Eu estava doente e cuidastes de Mim» (Mt 25,36). Ajudando-lhes ao mesmo tempo a descobrir que se, por um lado, a doença é prova dolorosa, por outro, pode ser, na união com Cristo crucificado e ressuscitado, uma participação no mistério do sofrimento d’Ele para a salvação do mundo. Pois, «oferecendo o nosso sofrimento a Deus por meio de Cristo, nós podemos colaborar na vitória do bem sobre o mal, porque Deus torna fecunda a nossa oferta, o nosso ato de amor» (Bento XVI, Discurso aos enfermos de Turim, 2/V/2010).
Associando-me, pois, a esta iniciativa da CNBB e fazendo minhas as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias de cada um, saúdo fraternalmente quantos tomam parte, física ou espiritualmente, na Campanha «Fraternidade e Saúde Pública», invocando – pela intercessão de Nossa Senhora Aparecida – para todos, mas de modo especial para os doentes, o conforto e a fortaleza de Deus no cumprimento do dever de estado, individual, familiar e social, fonte de saúde e progresso do Brasil, tornando-se fértil na santidade, próspero na economia, justo na participação das riquezas, alegre no serviço público, equânime no poder e fraterno no desenvolvimento. E, para confirmar-lhes nestes bons propósitos, envio uma propiciadora Bênção Apostólica.
Vaticano, 11 de fevereiro de 2012
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